Do filme " O cônsul de Bordéus" filme baseado na vida de Aristítes de Sousa




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 A vida de Aristítes de Sousa foi 
extraordinária, diplomata humanista e cônsul português activo em Bordéus que salvou mais de 10.000 pessoas  durante a segunda guerra mundial, lutou contra preconceitos raciais e durante o período Salazarista abriu a porta a milhares de refugiados  sendo que um grande número eram judeus.



 Apesar da biografia impressionante e do bom trabalho de actores como Vítor Norte a narração analéptica e pausada do filme torna a acção do filme muito monótona. De facto, foi a acção que comprometeu a viabilidade comercial deste produto. O Dvd está disponível em várias línguas e é sem dúvida um bom testemunho dum importante marco histórico para toda a Europa.  O único momento do filme onde se sente um pouco de suspense é quando o Cônsul foge e atravessa as fronteiras espanholas fazendo-se passar por quem não é: " amigo pessoal de Franco" e aproveita a oportunidade para conseguir passar com milhares de refugiados pela fronteira de Alvéolos (a única fronteira que não tinha telefone.
     Este filme faz-nos contudo refletir e pensar  sobre Deus, sobre se Deus é português, Judeu ou se Deus olha a diferenças raciais e a burocracias políticas. Seria interessante fazer ou pensar fazer um filme sobre o final trágico da vida deste diplomata que apesar de ter salvo a vida de millares de pessoas acabou por morrer na mais austera pobreza por causa de ter desobedecido a Salazar. 

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